MELODIA DA ALMA
Ao som de um violino
meus olhos fixos nos teus
chispas de estrelas envolviam
o espaço entre você e eu.
Envolvidos pela música
nos juntamos via éter
voando no compasso
num ritmo alucinado.
Num acorde especial
meus braços a te envolver
o teu corpo sideral
num interlúdio musical.
Transcender, voar, plainar
como os acordes a tocar
entrar no som e dedilhar
com a alma a vibrar.
Uma leve e suave canção
que se escreve no aquém
encantando a emoção
de quem ama no além.
Autoria : Amarilis Pazini Aires
texto enviado através da Comunidade, CONECTADO...
terça-feira, 19 de agosto de 2008
VIOLÃO
VIOLÃO
Um instrumento de madeira
de seis cordas dedilháveis
fundo chato e ressonante
em forma de oito, que eu abraço.
Tê-lo junto ao peito
abraçar a tua curva
encostar no coração
e dedilhar uma canção.
Com suas cordas afinadas
e um arpejo à vibrar
um vigoroso solado
de duas mãos à tocar.
Faz parte de toda ária
cantar, solar, dedilhar
invade a imensa multidão
que aprecia a acompanhar.
Em qualquer lugar, a qualquer hora
bem-vindo sempre é um violão
é a companhia certa
para qualquer ocasião.
Solidão nunca terá
quem carrega um violão
êle se aconchega ao peito
desfiando um arpejo, com emoção.
Autoria : Amarilis Pazini Aires 11/07/08
texto enviado através da Comunidade, CONECTADO...
Um instrumento de madeira
de seis cordas dedilháveis
fundo chato e ressonante
em forma de oito, que eu abraço.
Tê-lo junto ao peito
abraçar a tua curva
encostar no coração
e dedilhar uma canção.
Com suas cordas afinadas
e um arpejo à vibrar
um vigoroso solado
de duas mãos à tocar.
Faz parte de toda ária
cantar, solar, dedilhar
invade a imensa multidão
que aprecia a acompanhar.
Em qualquer lugar, a qualquer hora
bem-vindo sempre é um violão
é a companhia certa
para qualquer ocasião.
Solidão nunca terá
quem carrega um violão
êle se aconchega ao peito
desfiando um arpejo, com emoção.
Autoria : Amarilis Pazini Aires 11/07/08
texto enviado através da Comunidade, CONECTADO...
sexta-feira, 25 de julho de 2008

AINDA SOU UM MENINO
Ainda sou um menino, mas quem disse
Que menino não sabe o que faz?
Ainda sou um menino, um menino que
Alegra-se com doces, o doce que seu
Lábio me traz, Eu amo como um menino
Com inocência e intensidade, sem pensar
Nas conseqüências e nas dores de um amor
Que se desfaz,
Ainda sou um menino, um menino que
Zela por seus brinquedos, e revela seus
Medos na penumbra da incerteza que
Perturba sua paz,
Ainda sou um menino, mas quem disse
Que menino não sabe o que faz?
Ainda sou um menino, um menino
Que chora que faz pirraça, que acha
Graça das caretas que a vida faz
Ainda sou um menino, um menino
De grande coração, mas se me chama
Atenção viro de costas, pois vai ter
Duas preocupações, uma de esquentar
A cabeça e outra de esfriar, porque prá
Mim tanto faz!
Flávio Cardoso Reis 24/07/2008.
quarta-feira, 23 de julho de 2008
VOCÊ

VOCÊ
Você dá vida a minha vida
Você traz brilho a minha luz
Você dá amor ao meu amor
Você é a direção que me conduz
Você é a chama do meu calor
Você é a ambição dos meus desejos
Você dá gosto ao meu sabor
Você é as rimas que eu versejo
Você é o caminho que eu sigo
Você é o medo que eu enfrento
Você é a inspiração do que eu digo
Você é a imagem do meu pensamento
Você é a conquista da minha vitória
Você é a cura da minha ferida
Você é o motivo da minha glória
Você é a razão da minha vida
Flávio Cardoso Reis
O SENHOR DAS EMOÇÕES
O SENHOR DAS EMOÇÕES
Um único ser, capaz de traduzir a alma
Falar de um sentimento que acalma
Um ser amante, um ser poeta,
Talvez um ser profeta, um ser apto a
Entender um coração, a sentir emoção
A revelar uma paixão, escondida por entre
Laços, laços de amizade, laços de afinidade,
Laços de felicidade, esse único ser,
Que descobre a sensibilidade de uma flor
Que não vê espinhos e nem pedras no caminho
E em tudo encontra cor, na beleza do arco-íris,
No céu, na terra, no mar e na íris de seu olhar
Enfrenta obstáculos para encher o peito de calor
Um ser único, um ser comum, um ser latente
Um ser vivente, disposto a plantar semente
Para assim ter em mente uma floresta de amor
Um ser que não enxergamos existente em
Nosso interior, eu, tu, ele, nós, vós, eles,
Quando apaixonados, somos o nosso senhor!
Flávio Cardoso Reis
Um único ser, capaz de traduzir a alma
Falar de um sentimento que acalma
Um ser amante, um ser poeta,
Talvez um ser profeta, um ser apto a
Entender um coração, a sentir emoção
A revelar uma paixão, escondida por entre
Laços, laços de amizade, laços de afinidade,
Laços de felicidade, esse único ser,
Que descobre a sensibilidade de uma flor
Que não vê espinhos e nem pedras no caminho
E em tudo encontra cor, na beleza do arco-íris,
No céu, na terra, no mar e na íris de seu olhar
Enfrenta obstáculos para encher o peito de calor
Um ser único, um ser comum, um ser latente
Um ser vivente, disposto a plantar semente
Para assim ter em mente uma floresta de amor
Um ser que não enxergamos existente em
Nosso interior, eu, tu, ele, nós, vós, eles,
Quando apaixonados, somos o nosso senhor!
Flávio Cardoso Reis
segunda-feira, 21 de julho de 2008
TUA SOMBRA
TUA SOMBRA
Quero tornar-me tua sombra
Uma companhia inseparável,
Como uma parte escura em
Uma moldura, um toque especial!
Quero tornar-me tua sombra
Para refrescar-te das fontes
Abrasadoras, deixar prevalecer
A aurora que outrora foi sua
Condutora, em sua vida angelical
Quero tornar-me tua sombra
Ser seu guarda costa, proteger
Sua silueta, fazer mistério do
Que mais me tira do sério,
A beleza do seu corpo escultural.
Quero tornar-me tua sombra
Uma sombra de luz, para iluminar
Os seus passos, te envolver em
Meus braços, e ser mais que um
Mortal.
Quero tornar-me tua sombra
Para estar contigo em todos
Os momentos, revelar meus
Sentimentos, ser o reflexo da
Tua alma, um espectro sentimental!
Flávio Cardoso Reis
terça-feira, 15 de julho de 2008
NADA É EM VÃO
NADA É EM VÃO
Amores não são perdidos,
Nem tão pouco esquecidos,
Muitos se mantém aquecido,
Na faísca que uma hora foi chama.,
Gritos que não são ouvidos,
São apenas murmúrios,
No calor de corpos nus,
Gemidos se transformam em urros,
No ardor de mentes insanas.
Pensamentos não são em vão
São desejos emitidos,
Assistidos por nossa mente,
Motivações de sentimentos carentes
Reações de uma alma que clama
Poesias não são rabiscos
São expressões que não são gritos
Pensamentos que foram ditos
A amores que não foram perdidos
Escrito por um poeta que ama
Flávio Cardoso Reis
Amores não são perdidos,
Nem tão pouco esquecidos,
Muitos se mantém aquecido,
Na faísca que uma hora foi chama.,
Gritos que não são ouvidos,
São apenas murmúrios,
No calor de corpos nus,
Gemidos se transformam em urros,
No ardor de mentes insanas.
Pensamentos não são em vão
São desejos emitidos,
Assistidos por nossa mente,
Motivações de sentimentos carentes
Reações de uma alma que clama
Poesias não são rabiscos
São expressões que não são gritos
Pensamentos que foram ditos
A amores que não foram perdidos
Escrito por um poeta que ama
Flávio Cardoso Reis
quarta-feira, 18 de junho de 2008
EXCÊNTRICO
EXCÊNTRICO
Diante das escolhas,
Eu não tenho opções;
Viver em uma realidade dura,
Ou num mundo de ilusões.
Escolho as ilusões,
Ouço o que quero ouvir;
Seleciono minhas visões;
Em meio a minhas ações.
Dizem que sou louco,
Por viver alucinações,
Dispenso opiniões,
Não me encontro nas razões;
Os homens criam as regras,
Prefiro viver às cegas,
Criando ocasiões.
Imagino sensações;
Vivo emoções;
Perco-me no tempo,
Vivo o momento;
Repleto de sentimento,
Em várias situações.
Vivo insano,
Mas é dessa forma que eu amo,
Meio excêntrico,
Alimentando-me de paixões.
Flávio Cardoso Reis 09/06/2008
Diante das escolhas,
Eu não tenho opções;
Viver em uma realidade dura,
Ou num mundo de ilusões.
Escolho as ilusões,
Ouço o que quero ouvir;
Seleciono minhas visões;
Em meio a minhas ações.
Dizem que sou louco,
Por viver alucinações,
Dispenso opiniões,
Não me encontro nas razões;
Os homens criam as regras,
Prefiro viver às cegas,
Criando ocasiões.
Imagino sensações;
Vivo emoções;
Perco-me no tempo,
Vivo o momento;
Repleto de sentimento,
Em várias situações.
Vivo insano,
Mas é dessa forma que eu amo,
Meio excêntrico,
Alimentando-me de paixões.
Flávio Cardoso Reis 09/06/2008
segunda-feira, 26 de maio de 2008
FÁBULA DIFERENTE
FÁBULA DIFERENTE
Movido por uma paixão
Guiado por um encantamento
Aprisionado por uma ilusão
Libertado por um sentimento...
Um conto de fadas
Que se iniciou em uma prisão
Em uma torre de espinhos
Que se encontrava
Um coração...
Um sopro de dragão
Fogo de paixão
Preso a correntes
Libertado por uma deusa
Atraente
Uma masmorra de sonhos
Um mortal e uma diva
Vivendo intensamente
Ardendo em chama viva
Em meio a serpentes
Sem donzelas em perigos
Nem príncipes valentes
Somente um abrigo
Em uma fábula diferente.
Flávio Cardoso Reis
Texto publicado no Blog do Jornal O Rebate por nossa amiga Marta Peres, de terça feira 20 de maio de 2008, um especial com o nome de " Poesias e Amigos!", uma excelente seleção de poemas vale pena conferir...
link do blog http://orebate-martaperes.blogspot.com/
Movido por uma paixão
Guiado por um encantamento
Aprisionado por uma ilusão
Libertado por um sentimento...
Um conto de fadas
Que se iniciou em uma prisão
Em uma torre de espinhos
Que se encontrava
Um coração...
Um sopro de dragão
Fogo de paixão
Preso a correntes
Libertado por uma deusa
Atraente
Uma masmorra de sonhos
Um mortal e uma diva
Vivendo intensamente
Ardendo em chama viva
Em meio a serpentes
Sem donzelas em perigos
Nem príncipes valentes
Somente um abrigo
Em uma fábula diferente.
Flávio Cardoso Reis
Texto publicado no Blog do Jornal O Rebate por nossa amiga Marta Peres, de terça feira 20 de maio de 2008, um especial com o nome de " Poesias e Amigos!", uma excelente seleção de poemas vale pena conferir...
link do blog http://orebate-martaperes.blogspot.com/
terça-feira, 20 de maio de 2008
ESQUINA DE SENTIMENTO
Ruas se cruzam
Em uma avenida de sonhos
Placas indicam
Onde está meu coração
Faixas na rua
Semáforos coloridos
Mostram o caminho
A ser percorrido
Uma avenida
Movimentada
De pensamentos
Na esquinaTrêmulo
Como uma esfera
Sem aderência
Estou a sua espera
Ao longe te avisto
Te comparo a um monumento
Em meio a praça
Você me abraça
Eternizo esse momento
Vivido em uma esquina de sentimento
Flávio Cardoso Reis 13/05/2008
Ruas se cruzam
Em uma avenida de sonhos
Placas indicam
Onde está meu coração
Faixas na rua
Semáforos coloridos
Mostram o caminho
A ser percorrido
Uma avenida
Movimentada
De pensamentos
Na esquinaTrêmulo
Como uma esfera
Sem aderência
Estou a sua espera
Ao longe te avisto
Te comparo a um monumento
Em meio a praça
Você me abraça
Eternizo esse momento
Vivido em uma esquina de sentimento
Flávio Cardoso Reis 13/05/2008
sábado, 10 de maio de 2008
PRECIPITADO
PRECIPITADO
Acelerado
Um pouco apressado
Me envolvi numa paixão
Um tanto precipitado
Bastante entusiasmado
Entreguei meu coração
A um amor
Bastante conturbado
Onde sai prejudicado
Apesar de muita dedicação
Aprendendo com a vida
Depois de machucado
Que o amor nos prega peças
E que devemos ter atenção
Descobrindo que a paixão
Tem que vir
De ambos os lados
E que não devemos
Ser precipitados
Nas coisas do coração.
Flávio Cardoso Reis 10/05/2008
Acelerado
Um pouco apressado
Me envolvi numa paixão
Um tanto precipitado
Bastante entusiasmado
Entreguei meu coração
A um amor
Bastante conturbado
Onde sai prejudicado
Apesar de muita dedicação
Aprendendo com a vida
Depois de machucado
Que o amor nos prega peças
E que devemos ter atenção
Descobrindo que a paixão
Tem que vir
De ambos os lados
E que não devemos
Ser precipitados
Nas coisas do coração.
Flávio Cardoso Reis 10/05/2008
sexta-feira, 9 de maio de 2008
MÃE...TEMPO INTEGRAL
MÃE...TEMPO INTEGRAL
Tu és meu filho adorado
Tu és a minha alegria
Serás sempre o meu amado
Em todos os dias de minha vida.
E como boa mãe
Estou sempre ao teu lado
Dizendo : - filho atenção
Tome muito cuidado.
E os anos vão se passando
e nossas vidas interagindo
Trabalho em casa, trabalho fora
Com você sempre me seguindo.
Te ofereço tempo integral
Sem tempo do meu próprio tempo
Quando chegará a hora
Do meu tempo que ficou pra tráz ?
Recomeço um novo tempo
E me encaixo no teu tempo
Agora chegou a hora
Dos netos, um novo tempo.
Autoria : Amarilis Pazini Aires
Enviado através da comunidade CONECTADO...
Tu és meu filho adorado
Tu és a minha alegria
Serás sempre o meu amado
Em todos os dias de minha vida.
E como boa mãe
Estou sempre ao teu lado
Dizendo : - filho atenção
Tome muito cuidado.
E os anos vão se passando
e nossas vidas interagindo
Trabalho em casa, trabalho fora
Com você sempre me seguindo.
Te ofereço tempo integral
Sem tempo do meu próprio tempo
Quando chegará a hora
Do meu tempo que ficou pra tráz ?
Recomeço um novo tempo
E me encaixo no teu tempo
Agora chegou a hora
Dos netos, um novo tempo.
Autoria : Amarilis Pazini Aires
Enviado através da comunidade CONECTADO...
MÃE, AINDA PRECISO!
Mãe, Ainda Preciso!
Hoje mesmo crescido
Ainda preciso de teu colo aquecido
Colo onde muitas vezes adormeci
Ouvindo você me dizer
Não tenhas medo menino...
Ainda temo muitas coisas minha mãe!
Os fantasmas não são mais os mesmos,
Ainda me sinto indefeso...
Sinto saudades de levantar a noitinha
E correr para a sua cama quentinha
Onde me sentia protegido...
Lembro-me dos beijos na testa
Que toda noite me dava antes de dormir
Dizendo durma com os anjos meu filho...
Seu amor me deu força
Você me educou
Das vezes que caí, me levantou
Das vezes que chorei, me consolou
Tornou-me o Homem que hoje sou...
Flávio Cardoso Reis 30/04/2008.
Texto publicado no Blog do Jornal O Rebate por nossa amiga Marta Peres, de segunda feira 05 de maio de 2008, um especial com o nome de " Poetas homenageiam as Mães!", uma excelente seleção de poemas vale pena conferir...
link do blog
http://orebate-martaperes.blogspot.com/
Hoje mesmo crescido
Ainda preciso de teu colo aquecido
Colo onde muitas vezes adormeci
Ouvindo você me dizer
Não tenhas medo menino...
Ainda temo muitas coisas minha mãe!
Os fantasmas não são mais os mesmos,
Ainda me sinto indefeso...
Sinto saudades de levantar a noitinha
E correr para a sua cama quentinha
Onde me sentia protegido...
Lembro-me dos beijos na testa
Que toda noite me dava antes de dormir
Dizendo durma com os anjos meu filho...
Seu amor me deu força
Você me educou
Das vezes que caí, me levantou
Das vezes que chorei, me consolou
Tornou-me o Homem que hoje sou...
Flávio Cardoso Reis 30/04/2008.
Texto publicado no Blog do Jornal O Rebate por nossa amiga Marta Peres, de segunda feira 05 de maio de 2008, um especial com o nome de " Poetas homenageiam as Mães!", uma excelente seleção de poemas vale pena conferir...
link do blog
http://orebate-martaperes.blogspot.com/
terça-feira, 6 de maio de 2008
PÁGINA EM BRANCO
PÁGINA EM BRANCO
Cada dia é uma página em branco
Onde desenhamos e escrevemos...
A imagem e o contexto dependem
De como vivemos ...
Hoje escrevi uma página
Que na minha vida será
Lembrada...
Juntando se páginas e páginas
Formamos o livro da vida
Onde somos autores e protagonistas
Diferente dos livros
Rascunhos não podem ser apagados
E acabam se tornando nossos
Próprios aliados
Aprendemos com os erros
E não existem corretivos
As lições que aprendemos
São os momentos vividos
Todos os dias surgem novos
Personagens...
Muitos se tornam parte do livro
Outros restam apenas imagens
Fecho a página
Mas não termino o livro...
Flávio Cardoso Reis 06/05/2008
Cada dia é uma página em branco
Onde desenhamos e escrevemos...
A imagem e o contexto dependem
De como vivemos ...
Hoje escrevi uma página
Que na minha vida será
Lembrada...
Juntando se páginas e páginas
Formamos o livro da vida
Onde somos autores e protagonistas
Diferente dos livros
Rascunhos não podem ser apagados
E acabam se tornando nossos
Próprios aliados
Aprendemos com os erros
E não existem corretivos
As lições que aprendemos
São os momentos vividos
Todos os dias surgem novos
Personagens...
Muitos se tornam parte do livro
Outros restam apenas imagens
Fecho a página
Mas não termino o livro...
Flávio Cardoso Reis 06/05/2008
segunda-feira, 5 de maio de 2008
DEPORTADO
DEPORTADO
Sem chão
Coração alado
Desanimado
Deportado
Para um mundo de ilusão
Sentimento extraditado
Que não quer ser relembrado
Das lembranças de um passado
Preferindo ficar na solidão
Sendo refugiado
Em um mundo perfeito
Onde não existe decepção
Acolhido
Por um olhar satisfeito
Trazendo de volta
Um pouco de paixão,
Um ser renovado
Naturalizado
Em uma outra
Nação!
Flávio Cardoso Reis 05/05/2008
Sem chão
Coração alado
Desanimado
Deportado
Para um mundo de ilusão
Sentimento extraditado
Que não quer ser relembrado
Das lembranças de um passado
Preferindo ficar na solidão
Sendo refugiado
Em um mundo perfeito
Onde não existe decepção
Acolhido
Por um olhar satisfeito
Trazendo de volta
Um pouco de paixão,
Um ser renovado
Naturalizado
Em uma outra
Nação!
Flávio Cardoso Reis 05/05/2008
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